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Prefeitura de Magé realiza visita técnica no Porto Estrela

Foto: Rômulo Barbosa
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Ao procurarmos no dicionário o significado da palavra História, nos deparamos com alguns resultados: “memória”, “passado”, “cronologia” e “informação”. E é justamente atrás desses vestígios e marcos da História de Magé e do Brasil, que representantes das Secretarias de Cultura, Turismo e Eventos; de Meio Ambiente; de Governo; de Educação; de Habitação e Urbanismo, além do representante do IPHAN, Thiago Santos, reuniram-se na última semana para uma visita técnica às ruínas da Vila onde ficava o Porto Estrela, hoje parte do bairro Parque Estrela. Este que foi um dos maiores portos para escoamento do ouro vindo das Minas Gerais no período colonial.

Na ocasião, o secretário de Cultura, Turismo e Eventos, Bruno Lourenço, falou um pouco sobre esse momento.

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“Esse trabalho já vinha sendo desenvolvido junto com a Secretaria de Habitação e Urbanismo e agora somar forças com outros órgãos como INEPAC (Instituto Estadual do Patrimônio Cultural)e o IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) a fim de resgatar a memória desse ambiente para que a gente tente preservá-lo e torná-lo conhecido por todo o Brasil, dado a sua importância histórica no cenário nacional”, enfatizou.

Foto: Rômulo Barbosa

“Isso não era só uma estrada do ouro, era uma estrada de comércio, de passagem, de circulação de pessoas que iam trabalhar no Centro do Rio que pegavam suas embarcações, ou para subir a Serra. Existem muitos mitos na história do Caminho do Ouro, isso é muito da patrimonialização. Então não é repensar a história, nem refazer, é ressignificar para dar visibilidade aos excluídos”, explicou o historiador e doutor em História, Philippe Moreira.

A subsecretária de Turismo, Virgínia Riguete, destacou o impacto desse momento para o mageense. 

“A gente acredita que resgatar todo esse patrimônio, essa história, que faz parte do nosso desenvolvimento,  traz para população uma sensação de pertencimento. Além de, uma identificação muito maior, então todas essas ações conjuntas entre as Secretarias só fomentam a identidade do mageense. A gente trazendo isso pro foco da sociedade, traz ainda mais identidade social, histórica, e lá dentro dessa gradação a gente pode movimentar também o turismo histórico que é muito importante”, detalhou Virgínia, que é professora de História.

No local, atualmente se encontram as ruínas de uma igreja que era submetida à Paróquia de Nossa Senhora da Piedade de Inhomirim, um cemitério e a antiga Câmara da Vila Inhomirim.

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