Sessão de Autógrafos Fenig especial no Mês de Conscientização sobre o Autismo

Abril é o Mês de Conscientização sobre o Autismo e a Fundação Educacional e Cultural de Nova Iguaçu preparou uma programação dupla sobre o tema, dentro da Sessão de Autógrafos FENIG nesta quinta-feira (16), na Praça de Eventos, primeiro piso do TopShopping, no Centro de Nova Iguaçu. A escritora Gleice Thayla, autografa o livro “O ateliê mágico da Lara”, às 16h30. Já o escritor Luciano da Cunha Almeida, autografa o livro “A inclusão que funciona”, às 18h30. As duas publicações têm em comum o tema autismo com olhares que se completam. A Sessão de Autógrafos Fenig é uma ação do Programa Municipal de Incentivo à Leitura e à Escrita da Prefeitura de Nova Iguaçu, através da Fundação, com apoio da Secretaria Municipal de Cultura.

“O livro “O ateliê mágico da Lara” foi feito para a minha filha. Ela recebeu o diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA), e na busca por mais informações sobre a condição, eu encontrei um caminho de alfabetizá-la através da arte”, destaca Gleice Thayla.

Moradora do bairro Botafogo, em Nova Iguaçu, Gleice escreve desde a adolescência e gosta de abordar o cotidiano em seus textos, em especial, na literatura infantil. Esse é seu primeiro livro, mas ela já tem outro prontinho para publicar.

“Lara é uma menina curiosa e sensível que descobre, em seu ateliê, um espaço encantado onde cada desenho revela sentimentos, sonhos e possibilidades. Entre seus lápis, potes de tinta e muita criatividade, ela e Pingo, seu amigo pincel, aprendem que criar é uma forma de se expressar, acolher e enxergar o mundo com mais beleza”, conta a autora sobre a sinopse do livro.

Luciano da Cunha Almeida também é estreante na literatura com “A inclusão que funciona”. Apaixonado por gibis, história e geografia, ele tem entre suas autoras favoritas Ana Beatriz Barbosa Silva e o livro dela “Mentes perigosas”. Uma das motivações de Luciano para a escrita é o desejo de ensinar as pessoas a não fazer distinção comportamental sobre crianças típicas e atípicas.

Em “A inclusão que funciona”, Luciano da Cunha Almeida busca estabelecer um diálogo honesto sobre o que acontece, de fato, quando uma criança atípica entra em uma sala de aula, em um pátio ou espaço coletivo. “Sem romantizar. Sem culpar. Sem fingir que tudo é simples. Aqui, a inclusão não é tratar todo mundo igual. É entender que cada criança precisa ser vista como ela é. É criar adaptações, estabelecer limites, construir rotinas, dialogar com famílias e aceitar que educar também é aprender o tempo todo”, destaca a sinopse do livro.

Morador do Jardim Tropical, em Nova Iguaçu, o autor é psicanalista e psicopedagogo, com especializações na área da educação especial e pós-graduado em neuropsicopedagogia. Luciano da Cunha defende a valorização do profissional que trabalha com inclusão no Brasil, na construção de um ambiente seguro e acolhedor para indivíduos com necessidades especiais.

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