Início » Águas do Rio » Após décadas de desabastecimento, moradores de Mesquita comemoram água nas torneiras

Após décadas de desabastecimento, moradores de Mesquita comemoram água nas torneiras

Foto: Divulgação
CompartilharWhatsAppFacebookX
PUBLICIDADE

Tomar um bom banho, lavar as roupas e cuidar da casa são atividades consideradas rotineiras para a maioria da população brasileira. Porém, no bairro da Chatuba, em Mesquita, tarefas do dia a dia se tornavam verdadeiros desafios, já que a água era um recurso escasso. A realidade começou a mudar após diversas obras da Águas do Rio, dentre elas a desobstrução de rede impactada por ramais clandestinos, beneficiando aproximadamente 1,2 mil moradores daquela região na Baixada Fluminense.

“Iniciamos as obras na Chatuba após uma série de estudos e sondagens. Neste processo, identificamos ligações clandestinas na rede oficial. Estes ramais obstruíam a passagem de água, causando desabastecimento a centenas de residências. Além disso, esta prática representa um risco à saúde porque pode haver contaminação”, alertou Leonardo Canto, gerente operacional da empresa, antes de ressaltar que as perdas causadas pelos “gatos” (furtos de água) ainda são um dos grandes desafios da concessionária.

Leia +: Cachorro adotado por Flávio Bolsonaro durante o lançamento de campanha foi resgatado em Mesquita com apoio da polícia

Foto: Divulgação

O eletricista predial Fabiano Ribeiro, de 43 anos, conhece bem os prejuízos causados pelos ramais clandestinos. Morador da Chatuba desde que nasceu, ele relata que o abastecimento nunca foi bom, mas que piorou nos últimos anos.

“Nunca tivemos água à vontade, mas de uns 15 anos para cá a situação ficou ainda mais complicada. Só conseguíamos abastecer nossas casas comprando água de terceiros, e isso pesa muito no orçamento de um pai de família. Quando eu vi que a Águas do Rio estava trabalhando diariamente no bairro, voltei a ter esperança”, contou.

Foto: Divulgação

Benefício chega à unidade de saúde

Além das residências, as intervenções da Águas do Rio beneficiaram a Clínica da Família UBS Walter Borges, que também sofria com o desabastecimento.

“Trabalho aqui há cerca de três anos e nunca tinha visto uma gota d’água saindo das torneiras. É muito difícil trabalhar na área de saúde sem água. Em média gastávamos 12 mil litros de água por mês, pedíamos dois caminhões-pipa por semana. Após essas obras, a água não para de cair. Não precisamos nem usar a bomba para encher a nossa cisterna”, afirmou Zinia Escobar, que é gerente da unidade.

Mais notícias: Mesquita
Anuncie no BRAVA!
Peça um orçamento

Jogo do dia

Palavra da Baixada

nº 1

Descubra a palavra de 5 letras em 6 tentativas. Bairro, trem, rio ou samba: tudo vem da Baixada Fluminense.

Uma palavra nova todo dia, às 0h.

Descubra mais sobre Brava Baixada

Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.

Mais lidas da semana

  1. Taca stream na Baixada!
  2. Do rock ao samba, Ana Paula Morais redescobre suas raízes musicais na Baixada Fluminense
  3. Da casa sem banheiro em Duque de Caxias à Assembleia da Flórida: a história de Felipe Sousa-Lazaballet
  4. Braskem prorroga inscrições para 12 vagas de estágio em Duque de Caxias até 6 de novembro
  5. Oficina de teatro negro movimenta o Mês da Consciência em Nova Iguaçu

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *