Sucesso em “Man on Fire”, Rei Black vence campeonato interestadual de boxe realizado em Nova Iguaçu

Foto: Divulgação

Atualmente vivendo a repercussão mundial da série “Man on Fire”, da Netflix, o ator Rei Black teve mais uma conquista: ganhou o título do 6º Circuito de Boxe William Guimarães, campeonato interestadual promovido pela FECERJ, que aconteceu em Nova Iguaçu, somando uma vitória no ringue. Indicado ao Prêmio Shell de Melhor Ator pelo espetáculo “O Grande Dia”, cuja dramaturgia utiliza a estrutura de uma luta de boxe dividida em rounds, ele agora transforma a ficção em realidade.

O artista revela que a vitória no ringue representa muito mais do que um resultado esportivo. “Já vivi lutas na ficção, agora pude viver uma luta na realidade. Eu pratico artes marciais desde muito novo e sempre existiu esse desejo de viver uma luta de boxe”, conta.

A preparação exigiu meses de treinos intensos junto a equipe MWGP e o Mestre Vavá Pinheiro, disciplina e uma mudança significativa na rotina. Ao todo, Rei eliminou sete quilos durante o processo, com o acompanhamento da nutricionista Dra. Fernanda Faustino, transformação que, segundo ele, também dialoga com o momento vivido na carreira: “Tem a ver com disciplina, alimentação e com a forma como eu cuido do meu corpo, que também é um instrumento do meu trabalho. Agora quero continuar esse processo, pensando também nos próximos desafios da carreira e no mercado internacional.

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A intensidade física também marca a trajetória de Rei Black no audiovisual e no teatro. Além de “O Grande Dia”, o ator também integrou o elenco do longa “O Faixa Preta”, ambientado no universo do jiu-jítsu. Na televisão, se destacou com o personagem Gavião em “Mania de Você”, papel marcado por cenas de ação e confrontos físicos. E recentemente em “Man on Fire”, uma série internacional, com muita ação e adrenalina. Rei Black também participou de “Beleza Fatal”, interpretando o primeiro marido da personagem Lola, de Camila Pitanga.

Rei Black também já utilizou o boxe como ferramenta de transformação social, ministrando aulas para crianças e jovens de comunidades periféricas. Entre suas pesquisas está também o Black Ninja, movimento de técnicas que une artes marciais, preparação corporal e performance e que, em breve, ele compartilhará gratuitamente em uma formação promovida pela Confraria do Impossível

O ator relembra que o avô costumava chamá-lo de Mike Tyson durante a infância, lembrança que ganhou um novo significado ao subir no ringue. “Essa luta também passa pela minha ancestralidade e foi quase uma dívida com a minha criança. Foi uma experiência muito especial e sinto que ela abriu novos portais na minha vida”, reflete.

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