Início » Águas do Rio » Líderes comunitários: Vozes que fazem a diferença para a Águas do Rio

Líderes comunitários: Vozes que fazem a diferença para a Águas do Rio

CompartilharWhatsAppFacebookX
PUBLICIDADE

O líder comunitário é aquele que busca soluções para os problemas comuns. A definição é simples, mas a importância é enorme. E pensando nisso, a Águas do Rio, desde o início de sua operação, vem identificando e estreitando laços com líderes nos 27 municípios fluminenses onde atua. A iniciativa tem nome: Programa Afluentes. Atualmente 5 mil lideranças estão engajadas e trazem diariamente questões que afetam os mais de 10 milhões de clientes atendidos pela Águas do Rio.

A interlocução da concessionária com os líderes é uma via de mão dupla. Além de acelerar a identificação e solução de problemas como vazamentos de água e esgoto e atender demandas pontuais, a relação facilita iniciativas de conscientização contra o desperdício de água e de empregabilidade e responsabilidade social, com o apoio da empresa a projetos locais.

Leia +: Obras da Águas do Rio levam água com regularidade para 30 mil pessoas em Belford Roxo

“Na parceria da Águas do Rio com os líderes, todos ganham. Prestamos serviços de forma mais eficiente, beneficiando a população e agilizando a resolução dos problemas. O Afluentes tem esse viés, mas vai além. Eles são multiplicadores da defesa do saneamento básico como ferramenta de transformação social e têm a confiança da população local. Hoje é o dia de homenagear essas pessoas que tanto contribuem para uma sociedade melhor para todos”, destacou o presidente da Águas do Rio, Alexandre Bianchini.

Responsabilidade Social

Um desses porta-vozes é o Tchetcheco Lima, vice-presidente da associação dos moradores do Jardim Catarina, em São Gonçalo. Foi através dessa relação que a comunidade conquistou um núcleo gratuito de aprendizado de música clássica da Ação Social pela Música do Brasil (ASMB), que atualmente atende mais de 100 crianças e jovens. A iniciativa conta com o patrocínio da Águas do Rio por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

“As pessoas se sentem mais acolhidas quando têm proximidade e sabem que lidam com alguém que está disposto a abraçar eles no dia a dia. Eu sou o elo entre os moradores e a empresa. O projeto está dando uma repercussão positiva para todos. A música salva, e também há um reforço escolar. Damos apoio educacional, alimentar e emocional, já que geramos oportunidade. Se a Águas do Rio não estivesse envolvida nisso, nada disso estaria acontecendo”, contou.

Já na Baixada Fluminense, Izabel dos Santos, mais conhecida como “Dinha” está, há 13 anos, à frente do Centro de Integração Social e Cultural Mão Amiga. Ela, que se dedica ao trabalho voluntário atendendo famílias em situação de vulnerabilidade no bairro Mucajá, em Japeri, agora também tem o apoio da concessionária.

“A Águas do Rio entrou num momento muito difícil, de pós-pandemia, e foi um presente, não só para mim, mas para todos os meus assistidos e para o meu bairro. Na nossa primeira reunião já senti o comprometimento da empresa e a vontade de fazer a diferença”, ressaltou.

Líder Dinha (Foto: Divulgação)

Empregabilidade

O contato direto também facilita na indicação para contratações de mão-de-obra local. Não à toa, mais da metade dos 8 mil funcionários da concessionária são moradores de comunidades. O fato é exaltado por Douglas Cândido, liderança do Chapadão, na Zona Norte do Rio. 

“Vários moradores daqui trabalham na Águas do Rio, o que facilita pois eles conhecem bem a comunidade. É importante essa oportunidade, pois muitos nunca tiveram suas carteiras assinadas. São pessoas que estão gostando e querendo se especializar cada dia mais. Eles querem e enxergam um futuro dentro da empresa”.

Eficiência na prestação de serviços

“Somos ouvidos. A nossa cidade vivia cheia de vazamentos, não tínhamos um canal direto. Nossos problemas passaram a ser solucionados”. São palavras de Alex Lira, do Parque Fluminense, em Duque de Caxias, que destacou que a palavra “escutar”, que antes só figurava em discursos vazios, se tornou uma realidade.

Opinião compartilhada por Avelino Carvalho, liderança de Barra de São João, Distrito de Casimiro de Abreu. 

“Vários moradores entram em contato comigo para passar suas reclamações. Como tenho proximidade, levo o problema e imediatamente me dão retorno. O time dá um show de competência, interessado em ouvir as demandas, resolvê-las e dar feedbacks”, disse.

Multiplicadores sustentáveis

A área de atuação da Águas do Rio é composta por mais de 10 milhões de pessoas. Para ampliar a mensagem sobre a importância da sustentabilidade, ou seja, a utilização dos recursos naturais de forma responsável e consciente, a concessionária conta com o apoio dos membros do Afluentes, entre eles, do engenheiro Jorge Júnior, líder de Brás de Pina, bairro da zona norte do Rio.

“Hoje não vemos o desperdício de água como antes, é uma mensagem que levamos para os moradores, informando, por exemplo, que a empresa tem investido para que os serviços melhorem a cada dia, levando água para onde não tinha. Uma coisa que percebi também é que com a instalação dos novos hidrômetros as pessoas se tornaram mais conscientes”, contou.

Para comemorar o Dia Nacional do Líder Comunitário, a concessionária promoveu uma série de workshops para os membros do Programa Afluentes, durante toda a semana, para a capacitação na elaboração de projetos e formalização de associações de moradores.

Mais notícias: Baixada Fluminense
Anuncie no BRAVA!
Peça um orçamento

Jogo do dia

Palavra da Baixada

nº 1

Descubra a palavra de 5 letras em 6 tentativas. Bairro, trem, rio ou samba: tudo vem da Baixada Fluminense.

Uma palavra nova todo dia, às 0h.

Descubra mais sobre Brava Baixada

Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.

Mais lidas da semana

  1. Do rock ao samba, Ana Paula Morais redescobre suas raízes musicais na Baixada Fluminense
  2. Taca stream na Baixada!
  3. Da casa sem banheiro em Duque de Caxias à Assembleia da Flórida: a história de Felipe Sousa-Lazaballet
  4. Braskem prorroga inscrições para 12 vagas de estágio em Duque de Caxias até 6 de novembro
  5. Brasil joga fora 55 milhões de toneladas de comida por ano e plasticultura atua como aliada contra o desperdício

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *